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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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A casa que produz mais electricidade do que consome

Mäyjo, 21.05.17

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Existe uma casa do Reino Unido que consegue produzir mais electricidade que aquela que consome – e a produção energética é exclusivamente feita com recurso a painéis fotovoltaicos.

 

A casa, de três quartos, foi construída em apenas 16 semanas, perto de um terreno industrial em Bridgend, no País de Gales, e custou €177.800. A habitação foi concebida por investigadores da Universidade de Cardiff ao abrigo de um programa do Low Carbon Research Institute do Reino Unido.

A habitação está equipada com vários painéis solares que produzem energia durante o dia, que fica armazenada em baterias específicas. Adicionalmente, a habitação possui um excelente isolamento, que permite reduzir o consumo energético no inverno, e a capacidade de transferir directamente electricidade para a rede energética britânica durante oito meses do ano.

Por cada €142 gastos na electricidade consumida, a casa consegue produzir o equivalente a €248 em energia exportada, escreve o Daily Mail. A casa foi construída segundo os padrões de baixas emissões de carbono estabelecidas pelo Governo trabalhista em 2006.

Construção do Projeto de Energia Solar das Dunas Crescent

Mäyjo, 17.04.17

Construção do Projeto de Energia Solar das Dunas Crescent.jpg

Tonopah, Nevada, EUA

38°14′N 117°22′W

 

O projeto da energia solar das dunas crescentes está em construção perto de Tonopah, Nevada.

Uma vez concluído, ele alimentará até 75 mil casas durante períodos de pico de energia elétrica.

Como isso funciona? O projeto utilizará 17.500 espelhos heliostáticos para coletar e focar a energia térmica do sol para aquecer o sal derretido que flui através de uma torre de energia solar de 540 pés (160 m) de altura. O sal fundido então circula da torre para um depósito

 

 

REN APOSTA CADA VEZ MAIS EM ENERGIAS RENOVÁVEIS

Mäyjo, 06.03.17

energia-eolica

A produção de energia a partir de fontes renováveis é cada vez mais vista como uma aposta ganha pelas empresas produtoras de energia. A REN- Redes Energéticas Nacionais acompanha esta tendência, destacando a importância do investimento na rede eléctrica como forma de potenciar a produção renovável, integrando-as no sistema para assim evitar o seu desperdício.

 

Segundo a empresa, esta contribuição significativa das energias renováveis no balanço energético de Portugal tem levado a REN a investir no desenvolvimento de previsão de produção de energia deste tipo de fontes, por forma a poder tirar o melhor partido das mesmas, integrando-as no sistema e evitando o seu desperdício.

Assim, no passado dia 2 de Janeiro, a REN registou um valor máximo instantâneo de 4532 MW na produção de energia eólica, que compara com o anterior máximo de 4453 MW, registado em 21 de Novembro do ano passado. No mesmo dia, a produção diária de energia eólica também superou o anterior record, tendo atingido os 96,7 GWh, mais 0,8 GWH do que o anterior máximo registado a 30 de Janeiro de 2015.

Ao longo dos últimos anos, as energias renováveis têm vindo a ganhar cada vez mais peso na composição do balanço energético, tendo a energia eólica contribuído com 12188 GWh para o sistema em 2016, o que representa 22% do consumo total.

Foto:  Carlos Alberto Tomaz / via Creative Commons

UMA INTERLIGAÇÃO ELÉTRICA SUBMARINA QUE LIGA PORTUGAL E MARROCOS ESTÁ A SER ESTUDADA

Mäyjo, 25.01.17
energia

Uma interligação elétrica submarina que ligaria Portugal e Marrocos é a proposta em cima da mesa para unir os dois continentes, avançou hoje Jorge Seguro Sanches, secretário de Estado da Energia, no âmbito da Cimeira do Clima (COP22) a acontecer em Marraquexe.

 

Ainda em fase de estudo, o projecto teria o potencial para ser um importante elo de ligação na produção de energias renováveis entre a Europa e África. “Estamos a trabalhar com Marrocos numa ligação elétrica entre os dois continentes. É dessa forma que o mundo tem de olhar na sua relação complementar, onde podemos produzir e consumir energia “, argumentou Jorge Seguro Sanches.

Com planos para avançar com o concurso em 2017, o projecto ligaria Portugal com a sua produção de energia a partir de fontes hídricas e eólicas, e Marrocos, casa da maior central solar do mundo.

Para o secretário de Estado o futuro passa pela “gestão da eletricidade e com a capacidade de interligações”, sendo para isso necessárias redes eficazes e eficientes. A interligação entre os dois continentes seria feita através de um cabo submarino de 01 Gigawatt.

Para já o projecto está em fase de estudo, não havendo ainda uma previsão dos custos. Como termo de comparação, está a ser usado uma ligação desenvolvido pela Holanda e Reino Unido, com um cabo submarino de 220 quilómetros, teve um custo de cerca de 400 milhões de euros. E é perto desse valor que o secretário de Estado da Energia acredita que será o custo desta iniciativa inovadora entre Portugal e Marrocos.

Neste momento, Portugal tem 60 por cento de energias renováveis em capacidade instalada. Segundo as metas estabelecidas para o nosso país no âmbito do Portugal 2020, o nosso país deverá alcançar 20% de quota de energia proveniente de fontes renováveis no consumo final bruto.

Foto: via Creative Commons 

 

O QUE ANDAM AS CIDADES A FAZER PARA SE TORNAREM MAIS “VERDES”?

Mäyjo, 20.01.17

O debate sobre as alterações climáticas, a nível governamental, não está a produzir os efeitos que todos esperávamos, havendo ainda um longo caminho a percorrer para reduzir drasticamente as emissões de gases com efeito de estufa. Com o acordo de Paris foi dado um importante passo neste sentido, mas uma verdadeira aposta por parte das entidades responsáveis nas energias renováveis ainda parece uma prática longinquoa.

 

Felizmente, há já algumas cidades no mundo que estão a investir nesta área. Se os Governos não estão dispostos a negociar, as cidades têm outras ideias e, inclusive, liderado alguns dos processos de transição dos combustíveis fósseis para as energias renováveis.

Deixamos aqui alguns exemplos na esperança que serviam de inspiração!

10 cidades que vão mudar o mundo 

10. São Francisco, Estados Unidos

Depois de San José e San Diego, São Francisco completa a tríade de cidades californianas com ambiciosos objetivos de transição verde. A cidade das flores quer garantir a sua independência energética até 2020 e, de acordo com as últimas informações, é muito provável que o consiga.

Fotos: Jim G / Boris Kasimov / John Morgan / Corey Leopold / peasap / s0ulsurfing / wagdi.co.uk / four years / Nicondlas Raymo via Creative Commons